Gente


Existem vários tipos de pessoa, mas de todas, as piores sao as pessoas que amam falar mal da vida dos outros.
O mundo da internet contribui de forma negativa para este tipo de coisas, pois, as pessoas, aproveitam-se do "anonimato" para dar asas á sua fértil imaginação, é pena não ser uma imaginação que ajude a sociedade, não, é uma imaginação proveniente de uma mente corroida, uma mente infectada com vermes portadores de todos os males existentes, mas porque é que só algumas pessoas possuem este tipo de doença?
Na minha opinião são pessoas infelizes consigo mesmo, frustradas com a vida que têm, com graves problemas de auto-estima e que só conseguem sorrir ao ver os outros mal por sua causa, mas ainda assim dentro desta parte da nossa sociedade que merecia viver nos esgotos, há aqueles que dão a cara e que não se importam de falar frente a frente, mas, existe também o escremento dessa parte que são aqueles que se escond
em atrás de blogs, aqueles que só podem ser comparados com os piores psicopatas, fechados nos seus quartos a usar o seu belo pijama de flanela coberto de nódoas que têm uma semana, com pratos espalhados por todo o lado, sentados em frente do seu computador, criando uma atmosfera com cheiro a mofo, teclados pegajosos e talvez um ou outro cinzeiro a abarrotar de beatas de cigarro.
É pena este tipo de animal não ser reconhecível a olho nu, não este tipo de animal adora aprontar-se antes de sair de casa e colocar uma máscara através da qual ninguem consegue ver o seu rosto verde devido à inveja, são pessoas que adoram comentar sobre tudo e todos, e têm sempre uma opiniao previamente formada através da sua literatura sobre o mundo cor-de-rosa ou através de séries televisivas que têm como objectivo denegrir esse mesmo mundo, mas este animal não consegue distinguir a realidade da ficção satirica e então põe em acção o que essa série, livro, site, dizem ser errados.
Para ser sincero tenho pena de gente assim, mas lá bem no fundo do meu coração sei que até as baratas são criaturas mais doces e interessantes do que esse tipo repugnante de ser humano, mas, o que importa nisto tudo é que mais cedo ou mais tarde esse tipo de gente vai ver todas as suas armas apontadas a si mesma, e o que me deixa feliz é que sei que irão viver sozinhos apenas com as suas mentiras como companhia e hão-de morrer sozinhos e talvez venham a servir de comida para os seus gatinhos.

Uma vida controlada pelo Destino?

Será que realmente não temos poder para controlar a nossa vida, e o que tiver de acontecer já está escrito algures numa dimensão inalcançável pelo ser humano?
Desde que me lembro que ouço as pessoas dizerem: “É a vida
; O que tem que ser tem que ser; Seja o que Deus quiser; Não se pode fazer nada!”. Sempre que olho para algumas pessoas vejo nos seus olhares um ar de conformidade com aquilo que as vida lhes dá; parecem ser guiadas não por elas, mas por algo superior que lhes diz “deixa andar...”
É raro encontrarmos pessoas que nos respondem “Está tudo óptimo!” com um ar feliz quando lhes perguntamos se está tudo bem, parece que o estar óptimo é um crime para certas pessoas pois quando lhes respondemos dessa forma parecem olhar-nos com ar de reprovação, pois o ser português é um ser que deve ser por natureza infeliz que deve procurar estar infeliz toda a vida, para poder ser bem visto por toda a população, o ser português é queixarmo-nos de tudo e de todos, é estar sempre pronto para apontar o dedo aos defeitos dos outros, sabendo que temos defeitos bem piores.
Será que sempre fomos assim? Não me parece, pois não foi por se conformar com aquilo que tinha que D. Afonso Henriques expandiu o território de que é hoje Portugal, foi por querer mais, por querer evoluir, foi por causa de gente que não se contentava que outrora desbravamos os mares e oceanos, que descobrimos novos terras, novas culturas e espalhamos Portugal um pouco por todo o mundo.
Portanto, porquê estar triste? Porquê rebaixarmo-nos quando alguém nos maltrata? Porquê deixar que os tempos de má sorte nos afundem como navios?
Quando estamos numa má situação devemo-nos revoltar e arranjar forma de que essa má situação se torne numa óptima situação, devemos procurar sempre um lado positivo em tudo. Não podemos acordar a pensar que o dia vai ser péssimo quando ainda nem da cama saímos, devemos acordar, respirar fundo e sorrir, pensando que um novo dia começou e que vamos ter imensas oportunidades para agarrar, basta estarmos atentos, pois somos nós quem constrói ou destrói a nossa vida, somos nós que escolhemos o caminho por onde ir e só assim poderemos alcançar os nossos sonhos, porque nada é impossível.

Saudade

Tal como Vergilio Ferreira uma vez disse "A saudade não está na distância das coisas, mas numa súbita fractura de nós, num quebrar de alma em que todas as coisas se afundam."
É difícil estarmos longe de alguém de quem gostamos, é assim que me tenho sentido, como se faltasse uma parte de mim que me completa e num todo torna meu ser. Estarmos longe da pessoa que amamos pode-nos transformar em algo completamente diferente do que na realidade somos, tornamo-nos mais fracos, mais vulneráveis, mais tristes e sentimo-nos sozinhos no meio da multidão, essas pequenas-grandes mudanças apoderam-se de nós e nem sempre temos consciência do que se está a passar.
Mas felizmente hoje em dia há meios que podem atenuar todos estes tristes sentimentos, e digo atenuar porque na minha opinião um telefonema, uma mensagem, um e-mail ou qualquer outra coisa não é suficientemente forte para conseguir eliminar a dor, mas sempre ajuda a confortar um ser incompleto!

Placebo

No dia 16 de Julho deslocam-se novamente a Portugal ao Festival Marés Vivas em Gaia onde irão interpretar os temas do seu mais recente álbum "Battle for the Sun" e alguns dos temas que mais sucesso tiveram ao longo da história da banda. A vinda da banda de Brian Molko a Portugal já quase se tornou hábito desde que a banda se estreou em palcos portugueses na primeira parte do concerto dos U2 no Estádio de Alvalade em '97.
Placebo é uma banda de rock alternativo que surgiu em Londres no ano de 1994. Os elementos da banda actualmente são Brian Molko, vocalista e guitarrista; Stefan Olsdal, baixista e Steve Forrest, baterista.
Inicialmente o baterista era Robert Schultzberg que abandonou a banda em 1996 sendo substituído por Steve Hewitt que também mais tarde abandonaria a banda, em 2007.


A banda tem 8 CDs, 3 DVDs e 31 singles.

CDs:
-1996 - Placebo
-1998 - Without You I'm Nothing
-2000 - Black Market Music
-2003 - Sleeping With Ghosts
-2004 - Once More With Feeling
-2006 - Meds
-2007 - Covers
-2009 - Battle for the Sun

DVDs:
-Soulmates Never die (Live in Paris 2003)
-Once More With Feeling: Videos 1996-2004
-Meds (Special Edition)

Abaixo está o mais recente vídeo da banda do tema Bright Lights do álbum Battle for the Sun

Música


A música é algo que mexe imenso com a forma de estar das pessoas, falo por mim, o meu estado de espírito varia imenso dependendo da música que estou a ouvir no momento, quando ouço algo triste fico mais em baixo, quando ouço algo divertido então aí fico mais alegre.
Existe música para todo o tipo de gostos, música dos mais variados géneros. Pode-se gostar de um determinado tipo de música ou então se forem uma pessoa como eu gostam de um pouco de tudo, não vejo razão para estarmos "associados" a apenas um tipo, eu cá não gosto de rótulos. Há imensa gente que tem um determinado estilo, e por isso pensa que só pode estar associada a um certo género musical associado com esse estilo e então dizem que apenas gostam desse mesmo género, o que na minha opinião é uma estupidez, eu quero lá saber do que os outros pensam, cada um é como cada qual.
Eu não tenho problemas em dizer que tanto ouço rock como de vez em quando ouço fado, musica clássica, etc. Não acho que devemos estar ligados a apenas um estilo musical quando há imensos onde nos podemos encaixar.

Tal como alguém um dia disse: "Music is what feelings sound like"!

Solidão!

“What should young people do with their lives today? Many things, obviously. But the most daring thing is to create stable communities in which the terrible disease of loneliness can be cured.”- Kurt Vonnegut Jr.

Penso que todos nós já passámos por momentos de solidão, alguns maiores que outros, podem levar horas a passar, dias, semanas, mas há pessoas que passam uma vida inteira em solidão, mas porque é que o ser humano tem de passar por tais coisas? E quais são os motivos que o fazem passar por isso?
Na minha opinião aqueles que mais sofrem disso, são aqueles que menos o dão a entender; são também os jovens e os idosos que mais sofrem com a solidão, os jovens porque tendem a fechar-se cada vez mais num mundo próprio e num mundo de amigos virtuais; e os idosos porque quer queiramos quer não, são ostracizados pela sociedade.
Mas segundo a minha perspectiva existem dois, ou mais, tipos de solidão, há aquela solidão onde não temos ninguém com quem conviver e há aquela solidão onde temos imensa gente há nossa volta, imensos contactos com quem falar, mas existe um imenso vazio dentro de nós, um vazio angustiante que nos deixa em baixo e que nos pode levar a um estado de agonia imensa.
Qual deles o pior? Como poderemos combater uma das piores doenças da nossa era?

Espíritos

Espíritos, serão algo real, ou algo imaginário?
Desde sempre se ouviram falar destes seres sobrenaturais; seres esses que nos vêem, mas não se mostram, seres que nos atormentam, que nos seguem e que estão sempre connosco, mas será que é mesmo assim?
Eu pessoalmente acredito que tais coisas existem, e respeito tal como respeito tudo aquilo em que acredito, mas sei também, que estes objectos do oculto são frequentemente utilizados para nos tornar mais vulneráveis. Ontem enquanto eu e duas amigas estávamos a andar de carro e falámos deste assunto, se nós repararmos bem filmes de terror com assassinos, com seres vivos como causadores da dor e das angustias já não nos assustam, mas filmes de terror com, fantasmas, espíritos e afins tornam-nos sensíveis, pois, são seres que não se mostram mas que estão lá, podendo fazer o que lhes apetecer, e não há nada mais criativo do que a nossa mente, e muitas vezes, a maioria delas, é a nossa mente que nos prega partidas, que nos faz entrar num estado tão grande de medo que faz com que comecemos a ouvir coisas, e ás vezes a ver coisas. Isso muitas vezes leva-nos a estados lastimáveis, mas porque será que ficamos assim, com tanto medo das coisas do oculto?